Sinopse: Jim Braddock (Russell Crowe) era considerado um prodígio do boxe, mas foi obrigado a se aposentar prematuramente devido a uma série de derrotas no ringue. Com os Estados Unidos em meio à Grande Depressão, Jim aceita viver de bicos para poder sustentar sua esposa, Mae (Renée Zellweger) e os filhos, mas sempre sonhou com a oportunidade de retornar ao mundo do boxe.
Júnia:
O nome 'Ron Howard' vem sempre acompanhado de vários elogios toda vez que é mencionado entre os grandes diretores de Hollywood. E não é pra menos. O cara dirigiu filmes como 'O Código da Vinci', 'Uma Mente Brilhante', 'Anjos e Demônios', 'Frost/Nixon'... Chega, né?
Na minha opinião, ao aceitar dirigir o longa que daria vida ao roteiro adaptado por Cliff Hollingsworth e Akiva Goldsman sobre a vida do boxeador Jim Braddock, Howard foi bem corajoso. Explico porquê. 'Cinderella Man' foi lançado no ano de 2005. No ano anterior, um dos filmes mais falados durante a cerimônia do Oscar, e vencedor de 4 estatuetas, foi 'Menina de Ouro' (Million Dollar Baby). Bem no mesmo estilo: boxe, drama, família, carga emocional acima da quantidade máxima permitida. Ou seja... Howard teria que se igualar ou, tarefa ainda mais difícil, superar todo o alvoroço causado pelo filme de Clint Eastwood.
Infelizmente, o filme não chegou nem perto do sucesso conquistado por Hillary Swank, Clint Eastwood & cia. Não que o filme seja ruim. Longe disso. As atuações são excelentes. A química existente entre Russel e Renée é nítida desde a primeira cena do casal. E o Paul Giamatti, gente? SENSACIONAL. Mereceu a indicação que recebeu ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Outro ponto positivo do filme é a fotografia. Fria e em tons escuros, na maior parte de seu tempo, retratam bem e sem exageros a Grande Depressão dos anos 30. O figurino também não errou. Destaque para as roupas de Renée. Brilhante a forma com que o figurino dela reflete o antes, o durante e o depois da Depressão.
Uma novidade interessante que o filme trouxe foi a ideia de envolver as câmeras com pneus e um tipo especial de vidro para que os atores pudessem literalmente bater nas câmeras. Isso possibilitou que se filmasse a partir de um ponto de vista mais realista: o da primeira pessoa, nesse caso, o outro boxeador (que estaria levando uma surra).
Curiosidades: o filme sofreu um atraso de 2 meses porque o nosso querido Gladiador/Esquizofrênico deslocou um dos ombros durante uma das cenas de luta. Russel também já admitiu que, de todos os papéis em que ele atuou, Braddock é seu favorito.
Em uma palavra: LevantaSacodeaPoeiraDáaVoltaPorCima
Júnia:
O nome 'Ron Howard' vem sempre acompanhado de vários elogios toda vez que é mencionado entre os grandes diretores de Hollywood. E não é pra menos. O cara dirigiu filmes como 'O Código da Vinci', 'Uma Mente Brilhante', 'Anjos e Demônios', 'Frost/Nixon'... Chega, né?
Na minha opinião, ao aceitar dirigir o longa que daria vida ao roteiro adaptado por Cliff Hollingsworth e Akiva Goldsman sobre a vida do boxeador Jim Braddock, Howard foi bem corajoso. Explico porquê. 'Cinderella Man' foi lançado no ano de 2005. No ano anterior, um dos filmes mais falados durante a cerimônia do Oscar, e vencedor de 4 estatuetas, foi 'Menina de Ouro' (Million Dollar Baby). Bem no mesmo estilo: boxe, drama, família, carga emocional acima da quantidade máxima permitida. Ou seja... Howard teria que se igualar ou, tarefa ainda mais difícil, superar todo o alvoroço causado pelo filme de Clint Eastwood.
Infelizmente, o filme não chegou nem perto do sucesso conquistado por Hillary Swank, Clint Eastwood & cia. Não que o filme seja ruim. Longe disso. As atuações são excelentes. A química existente entre Russel e Renée é nítida desde a primeira cena do casal. E o Paul Giamatti, gente? SENSACIONAL. Mereceu a indicação que recebeu ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante.
Outro ponto positivo do filme é a fotografia. Fria e em tons escuros, na maior parte de seu tempo, retratam bem e sem exageros a Grande Depressão dos anos 30. O figurino também não errou. Destaque para as roupas de Renée. Brilhante a forma com que o figurino dela reflete o antes, o durante e o depois da Depressão.
Uma novidade interessante que o filme trouxe foi a ideia de envolver as câmeras com pneus e um tipo especial de vidro para que os atores pudessem literalmente bater nas câmeras. Isso possibilitou que se filmasse a partir de um ponto de vista mais realista: o da primeira pessoa, nesse caso, o outro boxeador (que estaria levando uma surra).
Curiosidades: o filme sofreu um atraso de 2 meses porque o nosso querido Gladiador/Esquizofrênico deslocou um dos ombros durante uma das cenas de luta. Russel também já admitiu que, de todos os papéis em que ele atuou, Braddock é seu favorito.
Em uma palavra: LevantaSacodeaPoeiraDáaVoltaPorCima
Marcos Antonio | Júnia | ||
Direção: | Direção | 8,0 | |
Roteiro: | Roteiro: | 7,5 | |
Fotografia: | Fotografia: | 9,0 | |
Trilha Sonora: | Trilha Sonora: | 7,5 | |
Efeitos Visuais: | Efeitos Visuais: | - | |
Caracterização: | Caracterização: | 8,5 | |
Nota Geral: | Nota Geral: | 8,0 | |
