Sinopse: John (Alex Pettyfer) é um adolescente extraordinário, escondendo sua verdadeira identidade e se passando como um típico estudante de colegial para iludir um inimigo mortal que quer destruí-lo. Três como ele já foram mortos... ele é o Número Quatro.
Marcos Antonio:
"Alô? É da Disney? Com quem eu posso falar para pedir meu tempo de volta?" A moda pegou! Parece que diretores e produtores vivem em livrarias em busca de livros que possam render uma sequência bem sucedida, tal como foi com "Harry Potter" e "O Senhor dos Anéis". No entanto, ao que tudo indica, está difícil de encontrar, mas eles não vão parar de tentar. Enquanto isso, nós, pobres espectadores, assistimos a verdadeiros espetáculos de horrores! "Eu sou o Número Quatro" tem um roteiro fraquíssimo, uma trilha sonora irritante e uma fotografia saída de um filme do Adam Sandler. Ao ver as primeiras cenas jurei que tinha errado de DVD e estava assistindo "Gente Grande" ou um daqueles filmes da "Sabrina: a aprendiz de feiticeira". Juro! Quem já viu, sabe do que eu estou falando. O filme conta com um elenco de atores principiantes, alguns saídos de filmes igualmente ruins e, definitivamente, não há o que o salve da mediocridade. Roteiro sem graça, simplista, repetitivo, sem ritmo. A trilha sonora não soa natural, fica martelando na nossa cabeça, chamando a atenção pra ela. A fotografia incomoda com seus tons exageradamente artificiais. Apenas nas últimas sequências é que temos algum tipo de emoção, com cenas com um pouco mais de ação e com efeitos especiais executados de maneira satisfatória. O final, como já se esperava, dá o link para uma sequência (que eu espero que não se concretize). Até pq, são 9, os escolhidos, ou seja, se inventarem uma sequência, pode ser que nos sacrifiquem a assitir até o "Eu sou o número Nove". Era melhor ter colocado a Dianna Agron (Glee) pra cantar Don't stop believin' com o elenco da série saindo dos armários da escola; teria sido mais interessante. Definitivamente, a melhor parte de "Eu sou o Número Quatro" são os créditos finais.
Marcos Antonio | Júnia | ||
Direção: | 3,0 | Direção: | |
Roteiro: | 1,5 | Roteiro: | |
Fotografia: | 3,5 | Fotografia: | |
Trilha Sonora: | 1,0 | Trilha Sonora: | |
Efeitos Visuais: | 3,5 | Efeitos Visuais: | |
Caracterização: | 4,0 | Caracterização: | |
Nota Geral: | 2,8 | Nota Geral: | |

Kd os comentários e notas da mha amiga Júnia?
ResponderExcluirPor enqt condordo com vc, Marcos; 'nem soh de homem bom, viverá um filme'!!! kkk
Sempre leio o blog de vcs, mas as vezes n dah tempo p fazer um comentário a altura, mas agora vou simplesmente deixar essa asneira de lado e passar a comentar, nem q seja um: CONCORDO! ESSE FILME EH UMA 'MERLECA'! aliás, o combo: livro+filme! Uma salva de palmas p os hormônios adolescentes q sustentam essas porcarias de holliwood! No meu tempo éramos mais exigentes! Por isso digo q os efeitos especiais estavam bons, porém, mais um pra prateleira do mofo e poeira! rs Bjinhos, Maria