Sinopse:
(1) Lua Nova - Um incidente na festa de aniversário de Isabella "Bella" Swan (Kristen Stewart) faz com que Edward Cullen (Robert Pattinson) vá embora. Arrasada, Bella encontra consolo ao lado de Jacob Black (Taylor Lautner). Aos poucos ela é atraída para o mundo dos lobisomens, ancestrais inimigos dos vampiros, e passa a ter sua lealdade testada. Quando descobre que a vida de Edward está em perigo, Bella corre contra o tempo para ajudá-lo no combate aos Volturi, um dos mais poderosos clãs de vampiros existentes.
(2) Eclipse - Bella Swan (Kristen Stewart) enfim está reunida a seu grande amor, Edward Cullen (Robert Pattinson). Eles planejam se casar assim que chegar a formatura, o que marcará também a transformação de Bella em vampira. Apesar da vontade dela, Edward ainda é reticente em relação à transformação. Paralelamente, Jacob Black (Taylor Lautner), apaixonado por Bella, decide lutar pelo seu amor. Só que a vida do trio está em perigo quando uma legião de vampiros recém criados começa a atacar em Seattle, cidade próxima ao local em que vivem.
Continuarei fazendo uso do eufemismo ao expor as partes que considerei como fracas na saga...
Primeiramente, a Kristen Stewart, depois do primeiro filme, perde um pouco a cara de trakinas (pros que não sabem o que é 'cara trakinas', explicarei: pessoa que tem a mesma cara, estando ela triste, alegre, surpresa, preocupada, com raiva, etc). O Robert Pattinson continua branco e magro demais. Naquela cena de Lua Nova que ele sai do carro e vai em direção a Bella, eu tenho certeza que adolescentes no mundo inteiro foram a loucura e deram gritinhos dentro do cinema. Pois é, eu ri alto dessa cena. Ele me dá vontade de rir, coitado. Magrinho, alto, branquinho e tem cara de anêmico. Parece que vai quebrar no meio. O Taylor Lautner, dez quilos mais leve depois de terem cortado seu cabelo comprido demais, foi o que mais me chamou a atenção dos 3 (admito que o fato dele andar o filme inteiro sem blusa e ter um corpo maravilhoso ajudou...) pelo nível de crescimento no quesito 'atuação' que ele demonstrou no decorrer dos 3 filmes. Destaque também para o Charlie (Billy Burke) que mandou bem em todos os capítulos da saga.
Devo admitir que o roteiro dos 2 últimos filmes (o terceiro, em especial) melhorou bastante em relação ao roteiro sem gracinha do primeiro. Isso porque, apesar do foco ainda ser o romance dos dois, a trama começa a ganhar certos detalhes mais 'interessantes' (eufemismo). O segundo ainda foi focado demais nos dois. O sofrimento dela sem ele, o sofrimento dele sem ela e blá blá blá. A história dos 'The Volturi', que é bem mais explorada a partir do final do segundo filme, torna a trama mais profunda, mais complexa. Sai um pouco daquela história de amor impossível e só.
Efeitos especiais, trilha sonora e fotografia também melhoram consideravelmente e merecem destaque. 'Thumbs up' nesses quesitos.
Desculpem-me, eu continuo achando que o filme em geral não merece esse estardalhaço todo. Mas não se preocupem.. Meu sócio vai postar aqui embaixo discordando de tudo que falei acima. Em uma palavra: TripleFail
P.S. teoricamente falando, se eu tivesse que escolher entre 'Team Edward' e 'Team Jacob', com certeza seria do 'Team Jacob'. Razões óbvias e previamente expostas.
Marcos Antonio:
Eu acho que a Júnia tem inveja da Bella e queria um lobão correndo atrás dela, por isso fica chamando a menina de "cara de Trakinas". Achei falta de decoro! Mas RI ALTO, confesso. Vamos por partes! Eu fui assistir "Lua Nova" em sua pré-estréia, à 00h01 de uma quarta-feira, se não me falha a memória. De fato, a experiência não foi lá muito agradável, já que tinha um bando de adolescentes vestidos de vampiros na sala de cinema e meninas gritando desesperadas cada vez que o Taylor Lautner aparecia sem camisa ou quando o Robert Pattinson se declarava pra Kristen Stewart. Na época eu gostei do filme, mas agora fui reassistir e achei um monte de defeitos. O diretor mudou. Sai Catherine Hardwicke e entra Chris Weitz, bem mais competente que ela, diga-se de passagem. Weitz imprime um novo ritmo da história, mas não consegue salvar o roteiro caprichado em melodrama e pontos desconexos de Melissa Rosenberg. A história se arrasta e está repleta de frases feitas, carregadas de um quê de dramalhão mexicano. Os atores evoluíram em relação ao filme anterior, mas o roteiro, definitivamente, não colaborou. A fotografia de Javier Aguirresarobe ("Vicky Cristina Barcelona") é, provavelmente, o único ponto positivo do filme todo. Uma cidade menos sombria, personagens menos pálidos, paleta puxando mais para os tons marrons, já que nesta parte da trama os personagens centrais são Bella e Jacob, que vive em uma aldeia indígena. Os tons terrosos marcam bem esse aspecto da história. Inteligente. O final também me agradou. A sequência da luta no castelo dos Volturi foi muito bem feita.
Já em Eclipse a história é ligeiramente melhor que os dois outros filmes da saga; o que não quer dizer muita coisa. David Slade assume a direção e já começa "chutando a porta". Assumiu que não leu os livros e que nunca se aproximaria de uma história como esta; o que, talvez, tenha sido o fator de melhoria do filme, já que boa parte dos diálogos melodramáticos de Stephanie Meyers foram retirados da trama. Os atores melhoraram um pouquinho mais, mas a interpretação que mais se destaca, embora isso não seja nenhum elogio, é a de Taylor Lautner. Confesso que achei a Kristen Stewart linda nesse último filme, malgrado a peruquinha que ela tava usando tenha ficado evidente em alguns momentos. O roteiro puxa um pouquinho mais para cenas de ação, um toque sútil de humor e um momento meio "Brokeback Mountain" entre Lautner e Pattinson dentro de uma barraca de camping; quase termina numa declaração de amor, sério. Enfim... A história ganha um pouco mais de agilidade, um pouco menos de melodrama, mas ainda tá longe de ser um filme excelente.
Marcos Antonio:
Eu acho que a Júnia tem inveja da Bella e queria um lobão correndo atrás dela, por isso fica chamando a menina de "cara de Trakinas". Achei falta de decoro! Mas RI ALTO, confesso. Vamos por partes! Eu fui assistir "Lua Nova" em sua pré-estréia, à 00h01 de uma quarta-feira, se não me falha a memória. De fato, a experiência não foi lá muito agradável, já que tinha um bando de adolescentes vestidos de vampiros na sala de cinema e meninas gritando desesperadas cada vez que o Taylor Lautner aparecia sem camisa ou quando o Robert Pattinson se declarava pra Kristen Stewart. Na época eu gostei do filme, mas agora fui reassistir e achei um monte de defeitos. O diretor mudou. Sai Catherine Hardwicke e entra Chris Weitz, bem mais competente que ela, diga-se de passagem. Weitz imprime um novo ritmo da história, mas não consegue salvar o roteiro caprichado em melodrama e pontos desconexos de Melissa Rosenberg. A história se arrasta e está repleta de frases feitas, carregadas de um quê de dramalhão mexicano. Os atores evoluíram em relação ao filme anterior, mas o roteiro, definitivamente, não colaborou. A fotografia de Javier Aguirresarobe ("Vicky Cristina Barcelona") é, provavelmente, o único ponto positivo do filme todo. Uma cidade menos sombria, personagens menos pálidos, paleta puxando mais para os tons marrons, já que nesta parte da trama os personagens centrais são Bella e Jacob, que vive em uma aldeia indígena. Os tons terrosos marcam bem esse aspecto da história. Inteligente. O final também me agradou. A sequência da luta no castelo dos Volturi foi muito bem feita.
Já em Eclipse a história é ligeiramente melhor que os dois outros filmes da saga; o que não quer dizer muita coisa. David Slade assume a direção e já começa "chutando a porta". Assumiu que não leu os livros e que nunca se aproximaria de uma história como esta; o que, talvez, tenha sido o fator de melhoria do filme, já que boa parte dos diálogos melodramáticos de Stephanie Meyers foram retirados da trama. Os atores melhoraram um pouquinho mais, mas a interpretação que mais se destaca, embora isso não seja nenhum elogio, é a de Taylor Lautner. Confesso que achei a Kristen Stewart linda nesse último filme, malgrado a peruquinha que ela tava usando tenha ficado evidente em alguns momentos. O roteiro puxa um pouquinho mais para cenas de ação, um toque sútil de humor e um momento meio "Brokeback Mountain" entre Lautner e Pattinson dentro de uma barraca de camping; quase termina numa declaração de amor, sério. Enfim... A história ganha um pouco mais de agilidade, um pouco menos de melodrama, mas ainda tá longe de ser um filme excelente.
Avaliação da Equipe:
Marcos Antonio | Júnia | ||
Direção: | 5,5 | Direção: | 7,0 |
Roteiro: | 3,0 | Roteiro: | 5,5 |
Fotografia: | 5,0 | Fotografia: | 9,0 |
Trilha Sonora: | 4,5 | Trilha Sonora: | 8,0 |
Efeitos Visuais: | 4,5 | Efeitos Visuais: | 9,0 |
Caracterização: | 5,0 | Caracterização: | 8,0 |
Nota Geral: | 4,6 | Nota Geral: | 5,7 (suficiente pra jogar no sistema, arredondar pra 6 e passar de ano) |


Nossa... Tinha Te falado q não discordava da sua opinião, mesmo sendo fã da saga, mas esse PS foi completamente desnecessário e eu discordo totalmente!!!!! Uhahahuahuhaahuahuaua... Como eu te disse no FB a história do filme acaba se tornando fraca e pouco atrativa para aqueles q não leram os livros, pois não é mostrado exatamente o amor entre Bella e Edward, e entre Bella e Jacob... A saga não obteve sucesso na adaptação do livro, o que foi totalmente contrário nos Filmes do Harry Potter!!! #roteiroFAIL #JACOBFAIL
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