Sinopse: Thomas Anderson (Keanu Reeves), um jovem programador de computador que mora em um cubículo escuro, é atormentado por estranhos pesadelos nos quais encontra-se conectado por cabos e contra sua vontade, em um imenso sistema de computadores do futuro. Em todas essas ocasiões, acorda gritando no exato momento em que os eletrodos estão para penetrar em seu cérebro. À medida que o sonho se repete, Anderson começa a ter dúvidas sobre a realidade. Por meio do encontro com os misteriosos Morpheus (Laurence Fishburne) e Trinity (Carrie-Anne Moss), Thomas descobre que é, assim como outras pessoas, vítima do Matrix, um sistema inteligente e artificial que manipula a mente das pessoas, criando a ilusão de um mundo real enquanto usa os cérebros e corpos dos indivíduos para produzir energia. Morpheus, entretanto, está convencido de que Thomas é Neo, o aguardado messias capaz de enfrentar o Matrix e conduzir as pessoas de volta à realidade e à liberdade.
Marcos Antonio:
Meu mais novo filme de ficção científica favorito. Mais de 10 anos depois de seu lançamento, esta é a primeira vez que assisti "Matrix". Há alguns anos já tinha feito uma primeira tentativa, mas desisti nos primeiros 20 minutos de história, achando aquilo tudo a maior besteira que eu já tinha visto na vida e, desde então, nunca mais tentei. Ontem superei os 20 minutos e, confesso, me surpreendi. O filme, dirigido pelos irmãos Wachowski, (apesar de ser uma "viagem" daquelas) é considerado um marco no cinema pelos efeitos especiais empregados. O que separa "Matrix" de outros filmes de ficcção científica são suas pretensões épicas, o tom apocalíptico, a magnitude de qualidade e feitos e a força da produção visual. A película inova ao aplicar a tecnologia "Bullettime", uma forma de super câmera lenta (hoje bastante copiada), acrobacias ampliadas por fios de aço e lutas de kung-fu coreografadas. Esse conjunto serviu para aumentar significativamente o nível das sequências de ação dos filmes hollywoodianos de alto orçamento. Keanu Reeves é perfeito para o papel (exatamente por ser o maior ator sem expressão da história, superado apenas por Channing Tatum). Uma história sem pé e nem cabeça, mas que superados os primeiros 40 minutos se torna um espetáculo de efeitos e cenas de ação. Recomendadíssimo!
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